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CINE TEATRO BRASIL

CINE TEATRO BRASIL – O Teatro na tela de Cinema

O Cine Teatro Brasil é uma Mostra de Cinema Digital, itinerante, inspirada nas Artes Cênicas, focada na exibição de filmes que discutem e amplificam os processos criativos do teatro e da dança. O módulo de lançamento será dia 19 de novembro, na FUNARTE-SP, com uma homenagem a Plínio Marcos. Saiba mais e veja a programação completa: www.cineteatrobrasil.com.br.

Entre os dias 19 e 25 de novembro acontece a Mostra Cine Teatro Brasil na Sala Guimar Novaes da Funarte São Paulo. A programação, formada por 12 títulos, apresenta raridades, documentários realizados pelos próprios grupos teatrais, homenagens e cine biografias de diretores, atores e dramaturgos. Alguns filmes colados no teatro, como Barrela, também interessam. Tudo isso são exemplos de um rico filão a ser explorado e ofertado ao público. As homenagens serão uma constante na mostra e sempre levarão em conta o espírito da mostra (interfaces entre o teatro e sua representação audiovisual). A entrada é franca com distribuição de ingressos 1 hora antes das sessões.

A abertura da Mostra, no dia 19, assinala o décimo aniversário da morte de Plínio Marcos, que terá destaque especial com a exibição do filme BARRELA, dirigido por Marco Antonio Cury, comemora 50 anos da estréia da peça, interrompida e proibida pela censura, em pleno período JK só liberada vinte e um anos depois. Também haverá um show musical: Prisioneiro de uma Canção, letras e poemas de Plínio Marcos, músicas de Leo Lama e produção de Ana Barros (seus filhos). O evento se encerra com uma celebração entre convidados e amigos, com comes e bebes de rua, claro que não vai faltar uma banca com livros do velho Plínio.

“Tudo isso são exemplos de um rico filão a ser explorado e ofertado ao público. Outros nomes que serão homenageados: Augusto Boal, Ruth Escobar, Amir Haddad, Flávio Rangel, Antunes Filho, Paulo José e outros nomes da cena teatral brasileira” (Júlio Calasso – idealizador e curador da Mostra).

Mostra Cine Teatro Brasil – O Teatro na tela de Cinema – Concepção e Curadoria: Júlio Calasso

De 19 a 25 de novembro de 2009

Funarte São Paulo – Sala Guiomar Novaes – www.funarte.gov.br.

Alameda Nothmann, 1058 – Campos Elíseos/SP – Tel: (11) 3662-5177

Entrada Franca (distribuição de ingressos 1h antes das sessões)

Classificação: 14 anos – Ar condicionado – Acesso universal – Lanchonete – Não possui estacionamento.

Assessoria de Imprensa: PróCultura (11) 3263 0197 – flavia@procultura.com.br e Verbena Comunicação – Tel: (11) 3079-4915 – verbena@verbena.com.br.

Apoio na Divulgação: O Autor na Praça – edsonlima@oautornapraca.com.br

CAROS AMIGOS E AMIGAS,
É POSSIVEL REVERTER ESSA SITUAÇÃO!
Abçs, Cláudinho

Ontem, o site do senado, lançou uma enquete sobre o projeto de Lei que pune a homofobia como crime e estamos PERDENDO.

É decepcionante chegar lá e ver que os que votam contra estão ganhando nesse momento com gritantes 62%.
Se todo os simpatizante contra a homofobia, fizer sua parte, temos como vencer esta pequena batalha.

Esta é uma forma de mostrar aos políticos o como a aprovação desta lei é importante, então, convoque todas as amigas, todos os parentes, todo mundo que você sabe que tem um mínimo de consciência, o mínimo de compaixão, o mínimo de bom senso e peça para votarem o máximo que puderem.
Acesse agora o site do Senado clicando aqui:
http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0
Desça a página e procure no lado direito pela opção: Enquete e vote em SIM, que significa que você é a favor da aprovação da lei.

Não podemos deixar a homofobia vencer mais esta!
Vote, divulgue e LUTE, porque isso sim é um verdadeiro problema SEU e de todas nós.
Parece pequeno, mas é a ponta de um grande ICEBERG!

Cabe a nós reverter esse resultado…

E se vc pensou:
– Não sou homossexual, n tenho nada com isso!
– Sou homossexual, mas detesto militância!

Lembre-se que exatamente posturas como essas criaram o holocausto durante a 2a Guerra…


– NÃO AVANÇAR É O MESMO QUE RETROCEDER -

carnedevitela

A carne de vitela é muito apreciada por ser tenra, clara e macia…
Mas, o que pouca gente sabe é que o alimento vem de muito sofrimento do bezerro macho, que desde o primeiro dia de vida é afastado da mãe e trancado num compartimento sem espaço para se movimentar.

Esse procedimento é para que o filhote não crie músculos e a carne se mantenha macia.

Baby beef é o termo que designa a carne de filhotes ainda não desmamados.

O mercado devitelas nasceu com o subproduto da indústria de laticínios que não aproveitava grande parte dos bezerros nascidos das vacas leiteiras.

Veja como é obtido esse ‘produto’:assim que os filhotes nascem, são separados de suas mães, que permanecem por semanas mugindo por suas crias.

Após serem removidos, os filhotes são confinados em estábulos com dimensões reduzidíssimas onde permanecerão por meses em sistema de ganho de peso alimentação que consiste de substituto do leite materno.

Um dos principais métodos de obtenção de carne branca e macia, além da imobilização total do animal para que não crie músculos, é a retirada do mineral ferro da sua alimentação tornando-o anêmico e fornecendo o
mineral somente na quantidade necessária para que não morra até o abate.

A falta de ferro é tão sentida pelos animais, que nada no estábulo pode ser feito de metal ferruginoso, pois eles entram em desespero para lamber esse tipo de material.

Embora sejam animais com aversão natural à sujeira, a falta do mineral faz com que muitos comam seus próprios excrementos em busca de resíduos desse mineral.

Alguns produtores contornam esse problema colocando os filhotes sobre um ripado de madeira,onde os excrementos possam cair num piso de concreto ao qual osanimais não tenha macesso.

A alimentação fornecida é líquida e altamente calórica, para que a maciez da carne seja mantida e os animais engordem rapidamente.

Para que sejam forçados a comer o máximo possível, nenhuma outra fonte de líquido é fornecida, fazendo com que comam mesmo quando têm apenas sede.

Com o uso dessas
técnicas, verificou-se que muitos filhotes entravam em desespero, criando úlceras pela sua agitação e descontrole no espaço reduzido.

Uma solução foi encontrada pelos produtores:a ausência de luz; a manutenção dos animais em completa escuridão durante 22 horas do dia, acendendo a luz somente nos momentos de manutenção do estábulo.

No processo de confinamento, os filhotes ficam completamente imobilizados, podendo apenas mexer a cabeça para comer e agachar, sem poderemsequer se deitar.

Os bezerros são abatidos com mais ou menos 4 meses de vida. De uma vida de reclusão e sofrimento, sem nunca terem conhecido a luz do sol.

E as pessoas comem e apreciam esse tipo de carne sem terem idéia de como é produzida.

A criação de vitelas é conhecida como um dos mais imorais, CRUÉIS e repulsivos mercados de animais no mundo todo.

Como não há no Brasil lei específica que proíba essa prática – como na Europa – o jeito é conscientizar as pessoas sobre a questão.

Nossa arma é a informação!

Se souber o que está comendo, a sociedade que não mais tolera violências,vai mudar seus hábitos. Podemos evitar todo esse
sofrimento não comendo carne de vitela ou baby-beef repudiando os restaurantes que a servem.

O consumidor (assim como o eleitor) tem força e deve usar esse poder escolhendo produtos, serviços e empresas que não tragam embutido o sofrimento de animais.

(Fonte:Instituto NinaRosa-Projetos por Amor à vida)
Se você anseia por uma sociedade mais humana e sem violência, repasse esse e-mail.

A VIDA AGRADECE.

Profª Maria de Lourdes Pereira Dias-UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA -CSE/CNM-Campus Universitário Trindade 88..040.900
Florianópolis (SC) – B R A S I L Phone:(55- 0xx48) 3331-9483 

VALORIZE A VIDA ANIMAL.DIGA NÃO À ESTA BARBARIDADE!
QUEABSURDO!!!!!

Se te chocou, repasse para todos da sua lista

Grupo de Estudos: “Relações entre imaginação, inovação, letramento e oralidade: contribuições da Psicologia Socioambiental para a construção de sociedades sustentáveis”

Convite
Dia: 03 de novembro de 2009
Hora: 14 horas

Tema: A propósito dos caminhos perdidos do sujeito histórico e sua relação com a crise socioambiental: a exclusão da natureza, dos outros, do self.

Conferencista: Professor Doutor Omar Ardans (Universidade Federal de Santa Maria-RS)
Local: Auditório Carolina Bori
Instituto de Psicologia da USP
Av. Prof. Mello Moraes, 1721, Bloco G
Cidade Universitária – São Paulo

Aberto à participação de todos os interessados.
Contamos com sua presença.
Profª Titular Eda Tassara (Coordenadora)

Informações: clauregi@usp.br // lapsi@usp

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O Autor na Praça, Editora Kizomba e Grife Dasdoida apresentam tarde de lançamentos de livros, desfile e Leituras

No próximo sábado, dia 31, teremos uma tarde pela Luta Antimanicomial, com o lançamento em São Paulo do livro “Ouvindo Vozes – Histórias do hospício e lendas do Encantado” de Edmar Oliveira, psiquiatra e presidente do Instituto Municipal Nise da Silveira (RJ). Também haverá o lançamento de livros pela Editora Kizomba: “O Pronto Instante” e “Tudo Q Tranca Trinca”, os dois de autoria coletiva. Para completar haverá leituras e um desfile da Grife Dasdoida, criada pela Psiquiatra Júlia Catunda, a grife é um trabalho coletivo junto com usuários do CAPS Itapeva e colaboradores. O tema Luta Antimanicomial, acompanhamento e tratamento de pessoas com sofrimentos psíquicos foi abordado na novela “Caminho das Índias”, o personagem Dr. Castanho, um psiquiatra que dirigia uma clínica foi inspirado em Edmar Oliveira, também houve um momento de desfile da Grife Dasdoida. Como 31 de outubro é o dia do Saci e seus amigos, O Saci Urbano vai aparecer na Praça, trata-se do Saci Urbano, criado pelo artista plástico e ilustrador Thiago Vaz, conheça o Saci Urbano: www.eosaciurbano.worpress.com. O cartunista Junior Lopes participa do evento realizando caricaturas. Saiba mais abaixo. Saiba mais abaixo.

O Autor na Praça com lançamento de livros, leituras e desfile da Grife Dasdoida.

Dia 31 de outubro, sábado, a partir das 13h.

Espaço Plínio Marcos – Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros.

Informações: Edson Lima – 3739 0208 / 9586 5577 – edsonlima@oautornapraca.com.br

Realização: Edson Lima e AAPBC – Associação dos Amigos da Praça Benedito Calixto.

Apoio: Max Design, Jornal da Praça, TV da PRAÇA, Enlace-media.com, Letras em Cena, Restaurante Consulado Mineiro, Cantinho Português, Bar do Jeová e Vozoteca LEK.

Sobre o livro “Ouvindo Vozes – Histórias do hospício e lendas do Encantado” (Inclui Anotações para o cemitério dos vivos, de Lima Barreto) – O leitor se surpreenderá com as histórias reveladoras contadas por Edmar Oliveira, psiquiatra, diretor há uma década do Instituto Municipal Nise da Silveira (o famoso Hospício do Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro). Os personagens são médicos, pacientes, enfermeiros, políticos e pessoas comuns que passaram e/ou ainda passam para trás dos muros que separam a anormalidade do pacato bairro do subúrbio carioca. Ao ler, começaremos a sentir na pele as agruras de um serviço manicomial falido e as tentativas dos profissionais de saúde de tomarem para si a responsabilidade de cuidar de vidas esquecidas e maltratadas pela sociedade. Por mais que o autor quisesse fazer literatura com as histórias vividas e ouvidas, a realidade salta a cada palavra, como a denunciar a tentativa diária do dr. Edmar e sua equipe de transformar vidas. Cabe a nós, que após a leitura nos tornaremos cúmplices desta causa, não deixar que este processo – e o trabalho de todos que nele estiveram envolvidos – seja esquecido. Editora: Vieira & Lent Casa Editorial, 280 págs., R$ 36,00. Saiba mais: www.vieiralent.com.br/vozes.

EDMAR OLIVEIRA é diretor do Instituto Municipal Nise da Silveira desde 2000. Nasceu em 1951, na cidade de Barreirinha, interior de Palmeirais, antiga Belém, às margens do Parnaíba, rio que faz a fronteira entre o Maranhão e o Piauí. Participou do movimento cultural da década de 1970 e foi colaborador da imprensa alternativa. Graduou-se em Medicina, em 1976. Neste mesmo ano, foi fazer pós-graduação em Psiquiatria no Rio de Janeiro, onde fixou residência definitiva. Participa, desde 1980, da luta antimanicomial. Trabalhou na Colônia Juliano Moreira e, a seguir, foi para o Hospício do Engenho de Dentro. Participou da equipe de Assessoria em Saúde Mental da Secretaria Estadual de Saúde (de 1983 a 1987). Em breve passagem pela Fundação Leão XIII, trabalhou com população de rua. Supervisionou o desmonte de uma clínica para deficientes mentais. No Centro Psiquiátrico Pedro II, no Engenho de Dentro, ocupou vários cargos de chefia. Sempre lidou com os excluídos. Mas é aos loucos, excluídos da razão, a quem dedica sua militância. Casado com Marcelina, com quem tem três filhos: Januária, Juliano e Janaína. Saiba mais: www.piauinauta.blogspot.com.

Sobre os livros O Pronto Instante e Tudo Q Tranca Trinca – Os livros são publicações coletivas, reunindo textos produzidos em oficinas no CAPS Itapeva, são idéias e poesias de usuários e colaboradores transpostas para o papel.

Sobre a grife Dasdoida… Moda para qualquer corpo, loucura para qualquer mente. Chama-se moda a arte efêmera que veste o corpo; a arte é inútil — eu não quero ser artista, quero ser inútil. Dadoida: moda feita com/por/entre “mentais” para o mundo inteiro. Daspu, Daspre, Dasgor, Dasdoida, daslucro… “Wishing love or wishing hell, kiss and tell…”, amar e dar, vestir e amar, despir-se do eu. Doeu? Fashion solidária, psigótica, caps4.org., moeda social, ecoprática, capitalismo esquizofrênico, labuta anti-manicomial, setor 2 e ½, supra-economia, arte 171, etc., etc.. DASDOIDA É RECICLAGEM DE MATERIAL HUMANO. Dasdoida, Parangolé do Corpo Sem Órgãos, Roupa De Encontrar Com Deus, grife do Inconsciente, Salva-Vidas Infindos Infinitos…A moda é uma Utopia sem moral, uma utopia impossível, já que, nela, pouco ou nada existe de ideal, definitivo e acabado; nada nela dura para sempre, nem é descartado em absoluto. A moda só é o que é por estar completamente exposta à ação do tempo. Saiba mais e veja algumas imagens: www.dasdoida.com.br. Contato: dasdoida@gmail.com

Declaración pública

Declaración pública
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Hoje às 17:40
A la opinión publica local, nacional e internacional

A raíz de los hechos acontecidos en la madrugada del domingo 4 de octubre posterior a la fiesta realizada en caleta El Membrillo bajo el contexto del carnaval de los Mil Tambores, el Centro Cultural Playa Ancha organizador del evento declara lo siguiente:

1.- Rechazamos absolutamente los incidentes de violencia y desmanes sucedidos en Valparaíso los días 3 y 4 de octubre. Y solidarizamos con los vecinos y vecinas, los bomberos y todo quien se vio afectado por estos hechos.

2.- Estos desmanes ocurrieron en lugares y horarios EXTERNOS AL CARNAVAL, prueba de ello es que nuestra programación oficial no contempla esos lugares para la realización de actividades. Por lo tanto dejamos en claro que bajo ninguna circunstancia ha sido la intención de los organizadores del evento realizar fiestas nocturnas en la vía pública. De hecho al interior de la fiesta oficial no se registró ningún incidente, al igual que el recinto donde se encontraban nuestras delegaciones.

3.- No compartimos la vinculación exclusiva que se ha realizado de los hechos de violencia con el carnaval de los Mil Tambores, ya que cionsideramos que estos hechos han ocurrido en otras festividades como los carnavales culturales de fin de año, finalización de fiesta de año nuevo, algun dieciocho de septiembre, etc.

4.- Objetamos la idea planteada por los medios de comunicación locales y nacional de reconsiderar la realización de este tipo de actividades, ya que esta idea surge desde una mirada muy reducida de lo que significa el Carnaval Mil Tambores. Creemos que si se informase de las múltiples actividades realizadas en los días de carnaval donde se ve tangiblemente la esencia artístico cultural del evento, no se tendría esta noción errada.

5.- Llamamos a las organizaciones culturales a promover la realización de escuelas de carnavales en los cerros manteniéndose con la firme convicción de que la fiesta de carnavales es la manera de luchar contra la violencia.

6.- Frente a las declaraciones sobre que no se contó con un operativo de seguridad o de emergencia dejamos en claro se realizarón dos reuniones de cordinación en la gobernación, además el PERMISO LO SOLICITAMOS EN MARZO DEL PRESENTE AÑO creemos que a la fecha en que se realizó el carnaval es tiempo suficiente como para que las autoridades pertinentes realicen el operativo con todos los actores involucrados, incluyendo bomberos.

7.- Estamos abiertos a conversar con cualquier medio de comunicación que nos considere una fuente valida como para tener una opinión respecto al carnaval y sus efectos.

Centro cultural Playa Ancha
Organizadores Carnaval Mil Tambores

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Dr. Francisco Javier Guevara Martinez

Professor do Departamento de Humanidades da Universidade Popular Autônoma do Estado de Puebla (UPAEP) e da Universidade Pedagógica Nacional (México); Coordenador do Mestrado em Psicologia Social da UAP; membro do Comitê Científico do Grupo Entorno-Comportamento (Greco) e coordenador do Taller de Intervención Socio Ambiental (TISA-DH-UPAEP).

Resumo: Em tempos recentes, observa-se em Puebla formas inéditas de participação social e o surgimento de novos atores sociais. A emergência destes novos atores sociais indicaria que as necessidades e as aspirações sociais da época moderna são fenômenos-chave para a proliferação dessas manifestações, muitas das quais, além de apresentar formas inovadoras em sua ação prática, rompem com esquemas de evolução e dinâmicas internas, assim como rompem com formas tradicionais de interação com outras entidades sociais. Sob tais perspectivas, ocorreriam hodiernamente formas de participação social com nova configuração, que as tornam não reconhecíveis para a sociedade e, por isso, não são abordadas pelos estudiosos. Tratar-se-ia de uma forma cotidiana de organização da ação social da população, com propriedades e configuração grupal orientadas por questões do dia-a-dia e que levariam a interessantes dinâmicas em seu entorno social imediato. O TISA-DH-UPAEP vem estudando tais formas, que denomina como “Associações Voluntárias (AVs)”, considerando-as uma das diversas formas que os cidadãos encontram para resolver suas necessidades comuns em escala local, e constituem um capital social da vizinhança. Os mapeamentos realizados em Puebla sugerem a existência de um número expressivo de associações deste tipo. Estima-se que, na cidade de Puebla, possa haver de 16 a 32 mil grupos atuando cotidianamente. Nos trabalhos desenvolvidos pelo TISA-DH-UPAEP, a identificação de existência destes grupos, acoplada à discriminação de sua distribuição territorial, tem permitido intervenções ambientais importantes, relacionadas à política e à gestão comunitárias de recursos naturais, apresentando-se como um eficaz instrumento de educação ambiental.

Conferência: Vizinhança urbana e coletivos sociais em Puebla (México)

Conferencista: Dr. Francisco Javier Guevara Martinez

Data: 21/09/2009

Horário: das 14h às 17h

Local: Auditório Alberto Carvalho da Silva

Sede do IEA-USP

Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa J, 374 – Térreo

Edifício da Antiga Reitoria, Cidade Universitária, São Paulo

Informações: clauregi@usp.br ou www.iea.usp.br/iea/inscricao/form4.html

Transmissão via Internet: www.iea.usp.br/aovivo

MANIFESTO TROKAOSLIXO

“O lixo é o eixo central das atrocidades humanas”

Punk, Gótico, Dark, Hippie, Hip-Hop, tudo isso já somos, importamos modas, revoluções e comportamentos. Sabemos que a cultura não necessita de bandeiras, mas temos que ter consciência da nossa cultura e de outras – conheça sua casa, e a do vizinho. Muitas mudanças de comportamento aconteceram através da arte, com seus traços de rebeldia. Talvez seja por isso que ela, em vários momentos da História, tenha tido suas expressões mais autênticas perseguidas e torturadas. Várias posições políticas nos conduziram ao mundo em que vivemos, formando-se uma salada ideológica. Em todas elas foram encontradas elementos nocivos assim como em todas as religiões, seitas. Dentro de todas essas questões, apontamos para os maiores venenos que infeccionam o planeta: a violência, a desigualdade social, a fofoca, a mesquinharia. Enxergamos o defeito alheio como se não fizesse parte do nosso mundo o ciúmes, a inveja, o preconceito, o pré-julgamento. Tudo isso denominamos com uma palavra simples: Lixo! O lixo cultural que se infiltra em todas as camadas sociais e desencadeia o lixo mental. “O lixo é o eixo central das atrocidades humanas”. Avisem aos pensadores, poetas, filósofos, profetas, religiosos: se não cuidarmos do lixo todas as nossas teorias, ideologias, todas as nossas teses, irão se misturar com as fezes. Reciclar é atualizar e renovar os pensamentos. Todo o lixo material que destrói a camada de ozônio e que contribui para o efeito estufa, provém do Homem. Todos os animais considerados nocivos, tornaram-se nocivos por causa do lixo humano, quando na realidade não existem animais nocivos, todos fazem parte de uma cadeia alimentar. Entretanto, na Humanidade, houve várias pessoas que lutaram contra esse lixo, como Martin Luter King, Pagu, Irmã Dulce, Chiquinha Conzaga, Betinho, Chico Mendes, Paulo Freire. Mas, alguns idealistas bem intencionados usaram a guerra para implantar a sua ideologia, lutaram contra um lixo e fabricaram outros. Enquanto vivermos na base do “olho por olho”, acabaremos todos cegos (Mahatma Ghandi). Por isso criamos o Trokaoslixo – antropofagia, kaos e lixo. A miséria, em todos os aspectos, é o maior lixo que a Humanidade já criou. A cultura nasce através da necessidade de um povo. Somos a favor de uma miscigenação cultural, mas para que ela aconteça, temos que ter uma avenida de mão dupla e não a massificação fascista que a mídia e o poder insistem em nos impor. Não queremos desrespeitar nenhuma cultura, de nenhum ponto do planeta, porque a intolerância também é lixo. www.culturanavila.dahora.net

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